Renasço da estrada Antiga
onde na velha estância
aguardo os magos chegarem
do longe mais Oriente
para adorarem o Hóspede
inda menino, brumária curva,
os mil cantares do homem
nunca mais chão de Inocência
nas pedras lá de Congonhas,
onde me espreito no Antônio
e seus cinzéis-Escribantos
pra de outra vez Recontança:
A estrada antiga onde Tudo
foi nova história Nascida.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Soneto Inglês, n.º 34
Num ponto do paço as Pedras,
sussurro de nuvens-Tantra:
Os séculos dentro do Espelho,
partido, como os verões Passados.
Casas rangendo histórias
onde um suspiro de Infância
inda escapança da Noite,
apenas pausa nos Cinzas:
Sânscritos mais desescritos,
o mais de sol que restara
agora são noves-Fora ,
portas de novo Erradas
Nisto que presságio, e Pressa:
É Vária a dor, e Avara a vida.
sussurro de nuvens-Tantra:
Os séculos dentro do Espelho,
partido, como os verões Passados.
Casas rangendo histórias
onde um suspiro de Infância
inda escapança da Noite,
apenas pausa nos Cinzas:
Sânscritos mais desescritos,
o mais de sol que restara
agora são noves-Fora ,
portas de novo Erradas
Nisto que presságio, e Pressa:
É Vária a dor, e Avara a vida.
Soneto Inglês, n.º 33
Parte do que sinto me Anoitece,
erê-bissau mamulengo, enormidez
fedente a mais relógios Torcidos.
No rosto a descrentura mais Crassa____
Rosácea à véra? Ruíra,
e de araucária partida
a chuva gorda. Fez sol depois,
valência em Nada, que eu visse.
Alguém que acaso me Ouvisse?
Pudesse achegos, Talvez
mas no recinto onde a treva
é posseira: Conversa muita é besteira.
Parte do que sinto me Anoitece,
outono-Mar que me leva....
erê-bissau mamulengo, enormidez
fedente a mais relógios Torcidos.
No rosto a descrentura mais Crassa____
Rosácea à véra? Ruíra,
e de araucária partida
a chuva gorda. Fez sol depois,
valência em Nada, que eu visse.
Alguém que acaso me Ouvisse?
Pudesse achegos, Talvez
mas no recinto onde a treva
é posseira: Conversa muita é besteira.
Parte do que sinto me Anoitece,
outono-Mar que me leva....
Soneto Inglês, n.º 32
Decâmero o coração
de mais razões num Segundo:
Preparo um Canto____ as marés,
filhas da lua .
Então que no terraço do mundo
a lampadosa do Encanto:
Formas dormindo, cubos verdes
no ventre de moças-Aves.
Os homens soltos no espaço
andando toda a Memória
são muitas ruas, países,
depois talvez haja Sono:
De mesmo um bom desenredo
nas antesalas do Tempo.
de mais razões num Segundo:
Preparo um Canto____ as marés,
filhas da lua .
Então que no terraço do mundo
a lampadosa do Encanto:
Formas dormindo, cubos verdes
no ventre de moças-Aves.
Os homens soltos no espaço
andando toda a Memória
são muitas ruas, países,
depois talvez haja Sono:
De mesmo um bom desenredo
nas antesalas do Tempo.
Soneto Inglês, n.º 31
Mar de outonos num céu
mais árvores decotadíssimas
pela tesoura dos homens, onde Existo
outubro de marés Molências
e mais aguanças minguadas,
curimba de marimbondo quando é fumaça
nos Córnos, quisera das primaveras
um tantra louco onde as flores_____
Cantárcia de amaralinas mais ávidas,
oboessências-Manhãs. Mas as quimeras-Pernaltas:
A noite esperiamente mais Vasta!
Sem reza que surtisse música.
Visto os outonos, Existo,
a chama esgalga em ladeirança Abaixo.
mais árvores decotadíssimas
pela tesoura dos homens, onde Existo
outubro de marés Molências
e mais aguanças minguadas,
curimba de marimbondo quando é fumaça
nos Córnos, quisera das primaveras
um tantra louco onde as flores_____
Cantárcia de amaralinas mais ávidas,
oboessências-Manhãs. Mas as quimeras-Pernaltas:
A noite esperiamente mais Vasta!
Sem reza que surtisse música.
Visto os outonos, Existo,
a chama esgalga em ladeirança Abaixo.
Soneto Inglês, n.º 30
À beira do antimundo me debruço:
Pensando o mundo que talvez Seria
se os homens todos e seus curumins
andassem no chão dos pássaros
e fossem mesmo mais Aves
em vez de estátuas de engrenagem e terno,
gadanhentas de amianto e lágrima,
pluriinimigas da música
e de tudo que lembrasse árvore.
Mas crescem braços-minutos
no rumo onde mais homens sem Rosto
se perdem no sem-retorno do Tempo.
À beira do antimundo um desespero Maduro:
arrulho-Cisne das pessoas-Aves.
Pensando o mundo que talvez Seria
se os homens todos e seus curumins
andassem no chão dos pássaros
e fossem mesmo mais Aves
em vez de estátuas de engrenagem e terno,
gadanhentas de amianto e lágrima,
pluriinimigas da música
e de tudo que lembrasse árvore.
Mas crescem braços-minutos
no rumo onde mais homens sem Rosto
se perdem no sem-retorno do Tempo.
À beira do antimundo um desespero Maduro:
arrulho-Cisne das pessoas-Aves.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Soneto Inglês, n.º 29
O reino das Não-pessoas anda espreitando
em cada vez mais Estância
nos corações outrora amantes do sol,
do sal do mar de Ipanema:
São anjos que perderam as Asas
erguendo altares ao dólar
e dizimando as florestas com mão
de ferro, os olhos cheios de petróleo
onde eram lágrimas Antes,
turumbamba armado em Bode e Cachaça
no ventre das Cinco Salas,
treva mais e mais Rente_____
O ranço das Não-pessoas
é cada vez mais Estância.
em cada vez mais Estância
nos corações outrora amantes do sol,
do sal do mar de Ipanema:
São anjos que perderam as Asas
erguendo altares ao dólar
e dizimando as florestas com mão
de ferro, os olhos cheios de petróleo
onde eram lágrimas Antes,
turumbamba armado em Bode e Cachaça
no ventre das Cinco Salas,
treva mais e mais Rente_____
O ranço das Não-pessoas
é cada vez mais Estância.
Assinar:
Postagens (Atom)