Dispois das sete,
da Noite. No mei' caminho
era o Catonho chamando os vivos, os mortos
mostrando Escuro no mato,
postiguim de los Quintos.
Carros perturbam o sono das árvores
levando ternos que vestem gente,
eram de carne quando Infância no mundo.
Dispois a Noite, uns quizabruns
roncós de trombones
empós as sete,
e o vento chamando um Tudo
de longidões onde não falam Hospedês____
lusco menos corró
cada verão que passa, as avenidas querentes
do que é meu corpo e meu sangue
no mei' caminho
onde Catonho abocanhando elas flautas,
mais risoléus da Virgem Santa e dos anjos
(aquele gauche nunca mais Irídio)
no terreirão da Portela
dispois das sete, Jacinta____
a noite Adulta engole os vivos, os mortos:
as omoplatas de Pedra.
sábado, 7 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Soneto Anoréxico(Coisança Lúdica, nº 9)
Plutão:
Planeta
Não
Mais.
Homem:
Foda,
Não se
Foge___
Mes
mo
Lá
No es
cam
bau.
Planeta
Não
Mais.
Homem:
Foda,
Não se
Foge___
Mes
mo
Lá
No es
cam
bau.
sábado, 31 de agosto de 2013
Soneto Anoréxico(Coisança Lúdica, nº 8)
Sândalo
(Fora)
Cardo(por
Dentro)
Na véra
Retalho
Nublário,
Bulhó:
Ca
tim
bó
Ca
ma
rá.
(Fora)
Cardo(por
Dentro)
Na véra
Retalho
Nublário,
Bulhó:
Ca
tim
bó
Ca
ma
rá.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Mantra em Prelúdio
Era preciso um calhão -
ou talvez dois quinze dez -
que refizesse Esperanto
adonde as flores:
Num tudão ver Jacinto
onde inda alcançam janelas
e mais beirões do escalavrado esqueleto
que ora vou sacudindo num desbordó
Perdidos: Renata o bonde a esperança
mais Karen Lucia Dulce Beatriz
mil telefones berrando
e aquele reserva de ponta esquerda
do Tremenbé de Asa Branca na aguardança dum Pífaro
que extingua a maravalha Carôça
que toda vem se espaventa onde era a flor
coisa sonho que aprendi brincando
Inês e mais de lilases
não vê 'sse candó mais pífio....
meus arremates de faca
mais corpos na Rio Branco às brumas, décimo andar
dispois roncó bar do Ernesto
enxovalhando os jardins
agora um coiso-Arrupio
dum fim de Mundo mais no inventário
por Tudo em volta....
ou talvez dois quinze dez -
que refizesse Esperanto
adonde as flores:
Num tudão ver Jacinto
onde inda alcançam janelas
e mais beirões do escalavrado esqueleto
que ora vou sacudindo num desbordó
Perdidos: Renata o bonde a esperança
mais Karen Lucia Dulce Beatriz
mil telefones berrando
e aquele reserva de ponta esquerda
do Tremenbé de Asa Branca na aguardança dum Pífaro
que extingua a maravalha Carôça
que toda vem se espaventa onde era a flor
coisa sonho que aprendi brincando
Inês e mais de lilases
não vê 'sse candó mais pífio....
meus arremates de faca
mais corpos na Rio Branco às brumas, décimo andar
dispois roncó bar do Ernesto
enxovalhando os jardins
agora um coiso-Arrupio
dum fim de Mundo mais no inventário
por Tudo em volta....
Processionário
Escrito num madra angolano:
____ Forrobós acadêmicos num desandó
parindo agepês como um trator
citaburundo pisando a grama:
Não furdunçô manquitola ver peixe-Boi.
Demais já lá vão cento e mais trinta
desque Bilac em fatiota Bronze
enquanto ao largo um maxixe,
cabo Machado marchando
mais descabido
Nunquinha....
Hoje manhã solarou. Mais tarde empós
solará. Mas foi tiquim só.
Triscou foi Não, o solarão. A praia
guardada em casa.
Choveu pra assim midubim
em vários pontos da cidade ____
Nada que ver gabardine, aliás
defunto há muito nos armários closés
gavetões cabides
Talvez se veja
se faz Ribalta no sérgio porto,
em dias úteis como reza a Lenda. ______
Isso tintim por tintim
escrito num madra angolano.
____ Forrobós acadêmicos num desandó
parindo agepês como um trator
citaburundo pisando a grama:
Não furdunçô manquitola ver peixe-Boi.
Demais já lá vão cento e mais trinta
desque Bilac em fatiota Bronze
enquanto ao largo um maxixe,
cabo Machado marchando
mais descabido
Nunquinha....
Hoje manhã solarou. Mais tarde empós
solará. Mas foi tiquim só.
Triscou foi Não, o solarão. A praia
guardada em casa.
Choveu pra assim midubim
em vários pontos da cidade ____
Nada que ver gabardine, aliás
defunto há muito nos armários closés
gavetões cabides
Talvez se veja
se faz Ribalta no sérgio porto,
em dias úteis como reza a Lenda. ______
Isso tintim por tintim
escrito num madra angolano.
Soneto Anoréxico(Coisança Lúdica, nº 7 - Para o amigo Dorly Neto)
A
Tarde
Que
Arde
Mais
Guarde
O
Sol:
Den
tro em
Mim
Gi
ras
sol.
Tarde
Que
Arde
Mais
Guarde
O
Sol:
Den
tro em
Mim
Gi
ras
sol.
Tristúrio
Cidade noite Jacarepaguá .
Aqui center shopping
quase Deserto.
Este Moinho das Massas
a cara olhos cabelos
do Martinhão da Alcada
onde Fernão biritava,
eles Quatro.
Num repenguente Drummond
trespasse no espaço da cerca:
Junco popoca, junco popoca
junco popoca.
E pensarando elas contas
a esperar calhamão
entre fumaça e neblina
de agosto, descatembrado
quase, setembro evém, talvez empó
calibrino. Talvez.
Aqui, entanto,
a noite um quê de Retrete
Fluminense, vai, me perde mais uma,
carnália solta em Goiânia
aqui sorriso: nem Tasco
- seu mano -
Demaisdeentãodissotudo
me sinto um bó
descalhambro____ sem dança festa quizomba
um percutível trançado
de inaruês galhentos pluriespinhudos
a me rancar da carranca
os zabelês, as metáforas
qualquer zabumba de mulher.
Candonga, aquela mais Braba____
Os lábios, secos Inúteis
o quarto: Nada,
Ninguém.
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