sábado, 14 de dezembro de 2013

Soneto Inglês, nº 70(Desentranhado a partir de original de Constanza Muirin)

Dizias: "luz" -  e eram funéreos jasmins a
resvalar nas araucárias do Sono,
sabido em cores  de igual Jacinto,
Adulto em toda a mão-Desespero.

Dizias "sangue": sobre pontes  Sepultas
eram condôs de chuvício a mais  de
cadernos por revisitar, trancadas
quaisquer janelas por onde entrassem

solárias vozes que talvez manhassem
teus pés de Essências, e corredores em
silêncios-Búzios: era esse espectro
inda não posto  em melódias, esferas____

agora várzeas tão mais Crepúsculas
que não Disseste quando a noite vinha....

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Paisagem Cânha, nº 6(Empós os ouros Geraes. Pro Luis Turiba)

Barrança
de erês-Cutuba pluridelgados ver elefantes pernaltas
do catalão birutê:  

No valerão paraíba -
passário de tropa um dia -
cidades Mortas
pós esperantos del rey
cabrados  no sem- fim do império,
ipês-barracos  de Barro, diafanícios
mais perobas  Jacintas, fubango
do capiroto_____

todo um mundéu desses ouros
de Aqui  deszabelê  e Cheirume, calvário
do alferes  - morto -
ebós-Marília:
defunta.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Soneto Inglês, nº 69(Desentranhado a partir de original de Constanza Muirin)

Intui a claridade que as sombras dos troncos
coagulam pelas Esferas  -  serenidade
florestal Poente escriturada à fonte, e
não fulguram quadrados-Sóis pelas retinas

do animal repleto de penas. Ao lado,
à noite, respira o musgo oblíquo do Sono
com seus azúleos caminhos de folhas onde
se perdem os poemas, estátuas que pesam

na voz Outônea, também Solstícios que as bruxas
dançavam com a maternidade nos dedos,
os mapas mor-Luminância: fundamentares
nos fogos a estenderem garras nas árvores____

tudo um bailo de Síncopas e sons e sêmens
no relicário da noite imposta, Muíria.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Tetris(Soneto Inglês, nº 68. Desentranhado a partir de original de Constanza Muirin)

Escamaturas onde uns olhos fermentam
escadas Zéfiras sem lei nem Pontes,
onde era a pele a me entranhar desertos  -
veias claras tingindo em Hora as areias....

mercês-Idade: um cavalano de
pátios ver lusco-fósforo  Extinto,
depois  Silêncio, noitidão mais vasta
que alfazemada se come entre Espelhos____

porque vigindo em deuses plenos de
Barro e dez crepúsculos vestindo
indícios onde os manhares  Nevoam:
demais  a pele a me entranhar desertos....

a morte____ Andária, sobre a cabeça,
dependurada, e cheia de árvores.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Soneto Inglês, nº 67

....o pavimento Madura
um bailarino perfume.
Três luas gordas Cantigam
os iribós desfraldados  -

modício  -  odara Inteira.
Entre manhuns e poréns
ninguém desbasta alcantis
armado em pembas de asfalto.

O pavimento  -  onde piso:
erês-Moldura de perfumolências
em régia Dançometria. Problema
pras Não-pessoas, sempre tão duras

de espinhaço e pescoço. Sem cores
e caborés, num desenrôsque  de Infâncias.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Mundéu(Versão soneto inglês, nº 66. Para Constanza Muirin)

Tarde. Mundo passa,
carro-de-boi, nas Cinco Salas:
gente voa, Pássara,
no chão da vida.

O canto do trem de ferro
inda agorinha Minas.
Carquejo de Cambuquira -
as águas Mágicas,

'calanto das nuvens
onde Esperanto____
desvão de Mim,
também Mundéu,

Quissamã
de  Amanhãs.

Esboço a Carvão(Versão soneto inglês, nº 65)

Marrano em foz-Navegança
as naus pastoras em gestas de nuvens,
que o sentimento da  Chuva
um cachambi, de tão Sonhos....

em vés talvez:
que ultramarina a moça grande
aquele som das Geraes
nos ouros do apogeu de Então....

erês-Brasília foi toda a terra planalta
que meu pai viu quando na casa da ponte
onde mil céus de Goiás
na voz demais Coralina

girão de Aléns os meus sonoros junhos,
eu de bantós ver Guaxim.