as braçaduras margálhiças
vêm hoje à casa-MIM
lembrar o circo d'Horrores
cujos gadanhos arderÃO(fogÁÁréu)
desd'as cÁvernas de Zárah aos
esgarávios telhados - domingo
por tod'A parte e nos bulhéus ai delas
filhas de JÉrusale' chorai antes por
vós MÊSmas, drenÁRO arvorisCÊnças ázuis
e a toda parte bronze férriro
arrulha os seus dragões da Maldade
e as mãos-de-Sol fazem que as
lÍNguanas de trApo se enengalfinhem co'os
dentes nas cinco bocas de ver leviÁtã
pelas cassarnas, por casas-MIM, neles-Trôpos
DES-calçadões de as braçaduras marGÁlhiças
farÍNteas da validade em roZÁ - ZÁ - zácea
e os circo'd'HÓRrores que a ParusÍA
'çambarqueARÁ - das zárah Cávernas
às praças - PRImas do velho 474 do
jacaré às praias onde O Dragão
se pôs - PÉ, e o NÚmber cáldalo,
cáucaso: seiscentos e istricaBÚÚÚNS!!