Dois Tantos de Coisas
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domingo, 30 de setembro de 2012
Gares(ou "Filé à Oswald")
INFÂNCIA
O Méier
As rolimãs
O picapau amarelo
No Sarriá, chororô
ADOLESCÊNCIA
Aquele amor....
foi NUNCA.
MATURIDADE
O fagote
O verso, Avesso
20.000 ceps funâmbulos
Um comentário:
Marina Stela Borges de Andrade
1 de outubro de 2012 às 16:07
Ótima reflexão. É um ótimo poeta e ainda toca fagote, tudo tem seu lado bom.
Um abraço.
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Ótima reflexão. É um ótimo poeta e ainda toca fagote, tudo tem seu lado bom.
ResponderExcluirUm abraço.